terça-feira, 5 de outubro de 2010

Etapa encerra circuito no Tombo (SP)

Por Danilo Caboclo em 05/10/10 00:01 GMT-03:00

Praia do Tombo recebe terceira e última etapa do Paulista de Bodyboard. Foto: Wavescheck.A terceira e última etapa do Circuito Paulista de Bodyboard acontece nos dias 16 e 17 de outubro na praia do Tombo, Guarujá (SP).

Depois de dois anos sem competições no estado, a nova chapa da Federação Paulista de Bodyboarding reviveu as disputas em São Paulo.

“Este ano foi a retomada do circuito que estava parado. Estamos muito otimistas para que o número de atletas seja maior ainda e que possamos fechar bem este ano de recomeço”, avalia Adilson Chumbinho, vice-presidente da Febbesp (Federação de Bodyboard do Estado de São Paulo).

O Circuito Paulista voltou bastante fortalecido e contou com a presença de inúmeros atletas, tanto da capital quanto de outros estados. O grande destaque até o momento é o atleta local do Guarujá, Bruno Rocha, que venceu as duas etapas na categoria profissional masculino e aparece com boas chances de levantar o caneco de campeão paulista nesta temporada.

Entre as mulheres a disputa segue bastante acirrada com a líder Mayara Lopes, vencedora da primeira etapa.

As inscrições para a terceira etapa já estão abertas e podem ser efetuadas até o dia 15 de outubro pelo site da Febbesp ou na Academia Vert Club, localizada à rua Arthur da Costa Filho, 695, Vila Maia, Guarujá (SP).
Fonte: http://waves.terra.com.br/surf/noticia//etapa-encerra-circuito-no-tombo-(sp)/43648 as 08:53 hrs do dia 05/10/2010.

Tempo em Maresias

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Surfe contra as Drogas!

Por ALEX LECO

Oração para iniciar mais um dia

No último dia 25, tive a oportunidade de trabalhar como headjudge de um campeonato bem diferente dos que estou acostumamos trabalhar.

E olha, que eu já tive oportunidade de atuar em eventos de diversas magnitudes... Dos piores aos melhores! Mas independente da estrutura, premiação, atletas envolvidos, qualidade das ondas... Este não foi o pior nem o melhor, mas diferente de todos.

Tratava-se de um evento realizado pela Irmandade Narcóticos Anônimos. Sábado nublado, frio, poucas ondas e um grupo de pessoas que encontraram ou procuram o caminho de saída do mundo das drogas.

Não tive a oportunidade de conversar por muito tempo com os participantes, mas dois deles tinham dúvidas sobre o critério de julgamento do longboard e fui apontado para esclarecer suas dúvidas. Eles não citaram nada sobre a dependência química que os acompanha (até porque este não era o motivo de nossa conversa), mas em poucos minutos pude perceber uma energia diferente.

Aquelas pessoas, já haviam passado por momentos de tanta “escuridão” em suas vidas que aquele sábado nublado parecia um dia de verão com ondas clássicas. A ansiedade proveniente da abstinência de substâncias narcóticas, vazia com que o consumo de cigarro fosse absurdo. Para qualquer lado que se eu olhava alguém acendia um cigarro.

Eu abomino cigarro, por seu cheiro e o mal que fez a amigos e familiares, mas por mais que a saúde dos dependentes químicos continue sendo prejudicada, ao mesmos a vida social esta sendo reconstruída.

E o surfe? Como foi? Foi um campeonato rápido, um dia e 11 baterias. O nível técnico foi baixo, mas a energia era do mais alto nível, energia que só as ondas e o oceano proporciona ao ser humano! Energia do surfe, por prazer!




Estrutura simples, mas a vibe foi show!
Quatro categorias foram disputadas, Open, Longboard, Stand Up e BodyBoard, quatro campeões e um grupo de vencedores. Vencedores por mais um dia, vencedores sobre um adversário duro e trapaceiro. Parabéns a todos que participaram, obrigado a toda equipe técnica da ASSS e ASCAM, parabéns a Irmadande Narcóticos Anônimos.

Desejo que todos fiquem bem! E bem longe das DROGAS!

Aloha!
Alex Leco.

Favorita Dilma vai ao 2º turno contra Serra no maior teste à popularidade de Lula

Carlos Bencke e Maurício Savarese
Do UOL Eleições
Em São Paulo


Uma estreante em eleições, que tinha ocupado apenas cargos de coadjuvante, com a pecha de ser excessivamente técnica. Um adversário que participa de votações desde os anos 80, considerado turrão, ex-governador de São Paulo e presid
enciável em 2002. A alta popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, batendo nos 80%, tornou essa disputa mais equilibrada. E é disso que depende o resultado final.

Por mais que importe o apoio da terceira colocada, Marina Silva (PV), o que estará em jogo é a capacidade de transferência de votos lulistas para a segunda votação presidencial, em 31 de outubro. Nas pesquisas, Dilma aparece à frente de Serra. Mas nas últimas duas semanas de campanha, a petista caiu nas preferências por conta de escândalos na Casa Civil, que podem afetá-la no noticiário até o fim deste mês.

Serra, por sua vez, terá a chance de ajeitar sua campanha errática no primeiro turno, quando tentou até se associar a Lula no horário eleitoral obrigatório para não perder votos para a preferida do presidente. Depois de uma queda vertiginosa nas pesquisas em agosto, recuperou-se levemente em setembro, mas foi ofuscado pela ascensão da ex-ministra Marina, cujo apoio buscará com insistência.

O embate final entre Dilma e Serra não era desejado por Lula, que se esforçou para tirar o deputado Ciro Gomes (PSB) da disputa para resolver o confronto o quanto antes. Se o eleitorado não deu ao presidente o sabor de dar-lhe sua sucessora na primeira votação, poderá fazê-lo na segunda oportunidade com o reforço de vários governadores, senadores e deputados eleitos com a ajuda do petista.

Sinais de Dilma
Filiada ao PT há menos de uma década, a ex-pedetista Dilma não teve tanto trabalho como o rival Serra para domar os vários interesses de aliados. Mas com mais um mês de campanha, o apoio costuma ficar mais caro para os presidenciáveis, traduzindo-se mais tarde em cargos públicos de prestígio. Nada fácil para uma mulher que aprendeu apenas recentemente a transitar no mundo político.

Até agora, Dilma não precisou de sólidos compromissos de campanha. Bastou mostrar o legado da gestão atual e indicar que pretende seguir o modelo de coalizão adotado pelo petista em seu segundo mandato, sem espaço para extremismos, mas com bastante possibilidade de fisiologismo. Mas, ao contrário de Lula, já poderá fazer campanha dizendo ter maioria na Câmara dos Deputados e no Senado.

No primeiro turno, Dilma eleita mostrou que aprendeu mais uma lição de seu maior defensor: deixar pelo caminho aliados que se envolvam em práticas suspeitas. Na reta final, sofreu ataques dos adversários por conta de sua ex-braço direito na Casa Civil, Erenice Guerra, demitida do ministério depois que seu filho se envolveu com lobistas. O assunto deve voltar a turbinar o noticiário por conta do mês adicional de disputa.

Serra reconfigurado?
Quando perdeu as eleições que deram o primeiro mandato a Lula, após um tortuoso segundo governo de FHC, Serra também se esforçou para não parecer candidato do governo nem da oposição. Em ambas as disputas presidenciais, manteve a fama de centralizador e impetuoso, organizando a própria agenda sem consultar aliados. No segundo turno, a dúvida de seus aliados é se isso tudo se manterá.

Para desafiar a capacidade de Lula transferir sua popularidade para Dilma, o que fará Serra? Criticar o presidente que já exibiu em sua propaganda na TV e quem já disse estar “acima do bem e do mal”? Reforçar as críticas à adversária agora que terá tempo igual ao dela no horário eleitoral obrigatório? Aparecer com propostas que deixam de cabelo em pé os fãs da ortodoxia fiscal? Todas essas juntas? Só ele próprio sabe.

Além de abalar a base eleitoral da adversária, o tucano também terá o trabalho de reagrupar a oposição, que se dispersou nas últimas semanas de sua campanha. O PTB abandonou sua aliança. Membros do DEM se disseram desprestigiados pelo candidato. E até tucanos declararam apoio a Dilma, em desafio à legislação eleitoral. Ou fizeram corpo mole para levá-lo ao segundo turno, como em Minas Gerais.

O papel de Marina
A cúpula do PV pende para Serra. Mas sua estrela única evita dar pistas sobre se planeja seguir a provável orientação de seu partido, ficar ao lado de seu ex-ídolo Lula ou optar pelo distanciamento. Preocupada em se credenciar como líder oposicionista, dizem seus aliados, Marina não quer ser associada ao pragmatismo da candidatura de Dilma nem à claudicante campanha de Serra à Presidência.

O segundo turno, que ocorrerá em grande parte por causa dela, pode vê-la não decidir por nenhum dos dois finalistas. Ainda assim, saiu triunfante da disputa: quebrou o plebiscito entre PT e PSDB desejado por Lula e será procurada pelos adversários para compor o próximo governo ou, ao menos, criar pontes com ele. Por não depender do presidente, ajudará a demonstrar a capacidade que ele tem de influir seus eleitores.

O resultado, em 31 de outubro, mostrará se o lulismo é um fenômeno que pode sobreviver a Lula ou se morrerá antes mesmo de seu criador deixar o cargo.

Fonte: http://eleicoes.uol.com.br/2010/ultimas-noticias/2010/10/03/favorita-dilma-vai-ao-2-turno-contra-serra-no-maior-teste-a-popularidade-de-lula.jhtm as 08:03 hrs do dia 04/10/2010.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Surf - Ondas Gigantes!

Trechos do documentário Riding Giants!.



Clipe com a Musica Me Ensina da Banda "Dagruta” que mistura elementos de rock, reggae e rap.

Com candidatos na defesa, debate sonolento encerra a campanha


Mauricio Stycer Enviado especial do UOL Eleições
No Rio de Janeiro

Diego Salmen e Rosanne D'Agostino
Em São Paulo


Os candidatos à Presidência da República, José Serra (PSDB), Marina Silva (PV), Dilma Rousseff (PT) e Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) participaram do último debate realizado antes do primeiro turno das eleições, transmitido na noite desta quinta-feira (30) pela TV Globo

Muitas promessas, poucas propostas e quase nenhum enfrentamento. O último debate presidencial, realizado na noite de quinta-feira (30), foi marcado pelo tom ameno, sonolento, da discussão de temas difíceis de digerir em respostas de dois minutos, como previdência, funcionalismo e habitação.

Último evento da campanha eleitoral antes da eleição em 3 de outubro, o debate na TV Globo era considerado decisivo pelos candidatos e seus marqueteiros. Mas, preocupados em não aparentar agressividade, Dilma Rousseff (PT), José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV) optaram por evitar o confronto em quase todas as oportunidades.

O formato engessado, seja pelos temas sorteados pela Globo em dois blocos, seja pelas respostas limitadas a dois minutos, ajudou a manter o debate em temperatura morna. É verdade que ninguém consegue explicar suas propostas sobre temas espinhosos, como habitação ou segurança, em dois minutos. Talvez por isso, Serra e Dilma tenham abusado das promessas. O tucano foi, inclusive, criticado por Marina (que falou do “promessômetro” de Serra) e por Plínio (“Agora todo mundo promete tudo”).

Serra, no quarto bloco, fez um rápido ataque a Marina, lembrando que ela participou do governo Lula, mas evitou avançar na crítica. Menos irônico que nos debates anteriores, Plínio chegou a usar o tempo de uma réplica a Dilma para pedir votos aos candidatos a deputado do PSOL.

Serra evita Dilma, tromba em Marina e evita ataques
No debate visto como sua melhor chance para forçar o segundo turno nas eleições presidenciais, o candidato do PSDB à Presidência, José Serra, evitou confrontar a líder nas pesquisas de intenção de voto, Dilma Rousseff (PT), foi alvo da terceira colocada, Marina (PV), e salpicou críticas ao governo federal apenas nas propostas

“Promessômetro”
Plinio começou o debate no ataque. Ao ser questionado sobre sua política para o funcionalismo público se eleito, o socialista rebateu a ex-ministra da Casa Civil: "É completamente diferente da [política] do seu governo", disse Plínio no primeiro bloco do encontro. "Não tem arrocho, terceirização, privatização, tudo para enfraquecer o Estado. Você era ministra e eu não vi você reclamar de nada disso", afirmou.

A petista replicou: "O governo do presidente Lula não privatizou, pelo contrário: ele fortaleceu e valorizou a Petrobras (...) Acabamos com a precarização e fizemos vários concursos", disse Dilma, líder nas pesquisas de intenção de voto e com chances de vencer a eleição já no primeiro turno.

Já Serra questionou Marina Silva, do PV, sobre sua proposta para a previdência social. "Temos que enfrentar o problema quando população ainda é jovem", disse a candidata verde. Ela criticou indiretamente o rival logo em seguida por conta das recentes promessas do tucano de elevar o salário mínimo para R$ 600 já no ano que vem.

Jogando pelo empate, Dilma se escora nos feitos de Lula
Como todo líder de pesquisa de intenção de voto, Dilma Rousseff jogou na defensiva no debate final para a sucessão de Lula. Como todo candidato da situação, ela brandiu as realizações do governo. Como em todos os outros cinco debates da campanha (recorde para uma líder nas pesquisas), a petista evitou Serra nas perguntas diretas

Em sua tréplica, Serra reafirmou a proposta. "Tenho defendido a curto prazo que se dê o reajuste para os aposentados e pensionistas de 10%, o dobro do que o atual governo quer dar, e ao mesmo tempo que se dê o aumento de R$ 600 já no ano que vem", disse.

Caixa dois x risadas x aplausos
Plínio voltou a provocar Dilma. "O PSOL coloca os que financiam sua campanha no seu site, não vejo isso no de vocês", disse. “Nós registramos todas as doações oficiais da campanha no Tribunal Superior Eleitoral. E eu quero deixar claro que todas as doações são oficiais”, respondeu Dilma, provocando risadas na plateia. A petista logo rebateu: “São os risos de quem tem outras práticas”, disse, provocando aplausos.

Dilma questionou Marina sobre seu plano para ferrovias e hidrovias e ouviu uma crítica ao governo Lula. “É lamentável que um país como o nosso não tenha um plano de infraestrutura”, disse a pevista. “Desculpe Marina, mas tem um plano de logística e é por causa dele que sabemos que é necessário fazer integração entre ferrovia, hidrovia e rodovia”, respondeu Dilma.

Serra afirmou que vai criar uma guarda civil para tratar os problemas das queimadas. “Em São Luiz do Paraitinga [cidade paulista destruída por enchentes], nós já entregamos tudo que tinha que ser reconstruído. Contrariamente ao que fez a esfera federal. São ações lentas, com poucos recursos”, atacou.

“Recursos federais são poucos, não são gastos em sua totalidade, são mal distribuídos. Isso é o que tem acontecido nas áreas das calamidades”, disse o ex-governador paulista, que aproveitou para afirmar que trará mais metrô para cidades do Nordeste em parceria com os governos estaduais.

“É preciso falar também nos outros tipos de transporte para ter de fato um sistema que não sirva a indústria automobilística, que é caro, poluente e perigoso. Eu concordo que tem que fazer metrô, mas não pode fazer só metrô, tem que fazer ferrovia e hidrovia e isso eu não vejo uma pré-disposição forte nem da sua parte nem da de ninguém”, disse Plínio.

Mensalão x governo Lula x FHC
No último bloco, Serra citou o escândalo do mensalão para atacar as duas adversárias na disputa. Após ser questionado por Marina sobre o programa Bolsa Família, Serra irritou-se: “Não use sua regra para medir os outros, eu diria que você tem muito mais coisas parecidas do que quaisquer candidatos aqui. Você e a Dilma são muito parecidas. Você estava no governo do mensalão”, atacou.

Marina diz que Serra perderá por abrir mão de princípios
Terceira colocada nas pesquisas, mas em ascensão nas últimas semanas, a presidenciável do PV, Marina Silva, afirmou após o debate na TV Globo que seu principal alvo no encontro, o tucano José Serra, perderá a disputa no domingo por falta de coerência na campanha

Em seguida, Serra aproveitou a pergunta a Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) para mais uma vez atacar o governo federal. “Por que você acha que o governo federal faz essa política de ajuste acima da inflação?”, questionou. Dilma e Marina não tiveram tempo no debate para responder aos ataques.

No início do bloco, Dilma e Marina comentaram sobre o governo Fernando Henrique Cardoso. A primeira, afirmando que houve um tratamento diferente do governo Lula com relação à crise econômica, a segunda, elogiando a estabilidade trazida durante os oito anos do tucano no poder. “Eu acho que diante da crise, a gente não faz teoria”, disse a petista.

Fonte: http://eleicoes.uol.com.br/2010/ultimas-noticias/2010/10/01/com-candidatos-na-defesa-debate-sonolento-encerra-a-campanha.jhtm as 08:38 hrs do dia 01/10/2010 [/]